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CURITIBA É UMA DAS MELHORES CIDADES PARA SE EMPREENDER


Foto: Jennifer Thereza

De acordo com a pesquisa feita pela Endeavor Brasil em 2014, Curitiba ocupa o quarto lugar no ranking do Índice das Cidades Empreendedoras (ICE), ficando atrás apenas de Florianópolis, São Paulo e Vitória, respectivamente. Nessa pesquisa foram analisados mais de 60 indicadores, entre eles a infraestrutura, transporte, inovação e cultura. Curitiba foi bem classificada pelo sistema de transporte que, entre vários fatores, conta também com a proximidade ao porto de Paranaguá, aeroporto e as vias urbanas e rodoviárias com bons acessos e segurança.


Mesmo que a pesquisa do ICE aponte que a falha da capital paranaense é o capital humano e a cultura empreendedora, para o economista Alisson Ribeiro, os empreendedores curitibanos são inovadores. “Curitiba também é uma das capitais que ocupa um bom lugar no ranking de tecnologia. Acredito que infraestrutura e a cultura têm parte nisso”, explica.


O ramo alimentício está em alta no empreendedorismo local. Todos os anos, novos empresários investem em diversos segmentos da alimentação, desde frutarias até os modernos food trucks. Josemar Czarneski, 52 anos, é um dos curitibanos que se arriscou nesse ramo, e deu certo. O empresário que dividia seu comércio com seu sócio, em 2014 decidiu abrir seu próprio supermercado. Mesmo durante a crise que o país passa, as vendas vão mito bem. “Nossa margem de lucro não diminuiu. Na realidade está aumentando, pois comer todos nós precisamos mesmo em um momento como este”, conta.


Czarneski afirma que encontrou dificuldades na parte burocrática no início de seu negócio, pois são muitos processos antes de abrir a tão sonhada empresa, mas se alegra por tudo que passou para ter a vida confortável que tem hoje.


Apesar dos tempos de crise, vale a pena arriscar em empresas que pertençam ao segmento que atenda às necessidades da população no momento. O economista esclarece: “tem muitas empresas fechando porque não são de utilidade do dia a dia, e outras que estão crescendo porque é o que as pessoas precisam na hora de economizar”, explica Ribeiro.


O contador Djalma Lima, que trabalha como microempreendedor individual (MEI), salienta: “quem quiser fazer uma experiência para ver se o negócio vai empreender, inicia com o MEI, cujo faturamento vai até R$60.000 por ano e contribui com 5% do salário mínimo federal”. Hoje há várias oportunidades que diversas instituições dão para os novos empreendedores abrirem sua própria empresa.

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